Arquidiocese de Passo Fundo
 
 
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16.Nov - Tornar a abraçar!
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Tornar a abraçar!

Quando será possível tornar a abraçar-nos? A vida é uma construção de alteridades humanas, culturais, políticas, econômicas, socioculturais, ambientais e eclesiais. Por natureza somos seres de relação e encontro. O isolamento, apesar de salutar, dada a emergência sanitária global, nos inquieta e adoece em diversos aspectos. Há, por conseguinte, amplo anseio pela reconstrução de relações, partilhas, troca de experiências, de olhares, afetos, abraços, em forma presencial e na articulação de alternativas viáveis e atingíveis para as ações e práticas pastorais nos grupos de jovens, comunidades, entidades, instituições, etc. Na vivência da fraternidade e amizade social o encontrar-se compõe a essência das relações. Emana, a saber, uma interrogação, reverberada pela jovem Sammara: “como a Igreja espera que seja o pós pandemia e também se existe algo que as comunidades podem fazer para tornar o momento da volta, melhor?” Caminhar juntos(as)!


Dom Jorge Enrique Jiménez Carvajal (Bispo de Zipaquirá), em 1997, era secretário geral do Conselho Episcopal Latino Americano (CELAM), quando ao apresentar o livro “Civilização do Amor: Tarefa e Esperança” disse: “na Igreja da América e do Caribe, os jovens são opção preferencial. Muito se faz para servi-los e há muitíssimo ainda a ser feito. Não é em vão que a população jovem nos países costuma aproximar-se de 25% do total. Este é nosso orgulho e nosso desafio: ser um continente jovem. Portanto, com um futuro de esperança”.


Para dialogar respostas, às interrogações gestadas no contexto contemporâneo, faz-se essencial, antes de qualquer atitude heroica e abrupta, construir caminhos de sinodalidade pastoral e humana. É mister pensar de forma ampla, continental, global, isto é, ter consciência da realidade complexa a qual estamos inseridos, seja em nível local, nacional ou mundial. Pela unidade, com criatividade e organização, chegar-se-á as possíveis opções de ação. Interessante recordar a forma como constituem-se documentos e projetos pastorais, quando elaborados de maneira orgânica e dialogal. Aprendemos sentar, juntos(as), para dialogar alternativas?


Referente ao processo de confecção da obra “Civilização do Amor: Tarefa e Esperança”, lê-se: “o livro é, portanto, um trabalho coletivo de muitas pessoas. Este é, talvez, seu maior mérito. Não se trata de reflexões teóricas nem individuais, mas de experiências vividas, recolhidas, partilhadas, organizadas e sistematizadas para serem oferecidas como orientação para a ação pastoral”; assim escreveu Pe Horácio G. Penendo, então Secretário-executivo SEJ-CELAM. Vale mencionar quão importante fora a publicação, em abril de 1987, do livro “Pastoral da Juventude, sim à civilização do amor”, como experiência primeira nesta construção pastoral latino americana, aspirando indicar luzes, ante aos anseios juvenis de outrora. Aprender, fazendo memória, aos processos constitutivos da práxis pedagógica e metodológica pastoral parece desvelar uma espiritualidade histórica significativa às experiências vívidas de agentes passados. Contribui amplamente para a compreensão e leitura da realidade presente, tal processo, pois, a memória histórico evangelizadora é-nos cara à digna e justa reflexão e ação sócio transformadora.


Ao que consta na construção pastoral e na dinâmica evangelizadora latino americana, considerando os processos da “Civilização do Amor” compreende-se que “a presença contínua de cerca de vinte países fez dessa pastoral talvez a mais dinâmica e comprometida do continente [...]. Uma mística comum uniu bispos, padres, irmãs, leigos adultos e jovens em seu entusiasmo e esforço por encontrar caminhos mais eficazes de evangelização desse grupo social que tem uma presença-chave no continente [...]. A juventude de hoje não é mais a juventude dos anos 80. Nasceu este livro, Civilização do amor, tarefa e esperança, como resposta pastoral aos novos desafios”. Assim, na época, escreveu Pe Jorge Boran.


Demonstra-se relevante e traz certa sensação de contemporaneidade a reflexão cunhada na década de 1990: “Hoje em dia, já não é possível falar, simplesmente, de “juventude”. É quase impossível abarcar o amplíssimo aspecto da realidade e as variadíssimas situações em que os jovens vivem, segundo suas raízes e origens étnicas, suas influências culturais e suas condições políticas, sociais e econômicas. É necessário admitir que conhecer e compreender o mundo dos jovens não é tarefa fácil” (Civilização do Amor: Tarefa e Esperança, 1997, p. 15). Fácil seria ignorar, não? Aproximando-se e caminhando juntos(as), tornamo-nos conhecidos(as) na vida e na missão. A consciência das transformações humanas, sociais, culturais, políticas, econômicas, históricas, etc. gestam novos processos e articulam outros projetos e leituras como guias à vida socioeclesial. Basta recordar que, em 2007, reeditou-se uma nova versão, reconfigurada a realidade do novo milênio, intitulada “Civilização do Amor: Projeto e Missão”.


O caminho de discernimento torna-se fecundo, à luz do Evangelho. A sagrada escritura sugere que a comunidade de seguidores(as) de Jesus, quando deparada a realidades adversas, interroga-se, busca inspiração divina, reza, senta-se em grupos, partilha e sana as dificuldades pela comunhão fraterna (Mt 14,13-21; Lc 9,10-17; Mc 6,30-44; Jo 6,1-14). Carmem Lúcia Teixeira, integrante do Centro de Formação, Pesquisa e Assessoria em Juventude (Cajueiro), ao apresentar a obra “Redescobrir o amor e o serviço aos jovens e às jovens: inspirações bíblicas para a revitalização da Pastoral da Juventude na América Latina”, diz: “a ideia é fazer um caminho místico para reconhecer as causas que nos movem. O processo de nos fazermos pessoas amantes da vida e comprometidas com o seu cuidado [...]. Visitar alguns lugares bíblicos para que possamos aprender com o Mestre de Nazaré a sermos mais humanos e a vivermos em comunidade e não no isolamento. Ir na contramão. As nossas ações vão sofrendo mudanças de acordo com a nossa vida e os lugares onde habitamos” (2019, p.4-5).


Considerando, portanto, os processos de articulação juvenil latino americana, à luz da Boa Notícia, e apontar pistas de encontro e diálogo, reporta-nos, outra vez, à pergunta original: qual caminho construir para reorganizar a vida e a pastoral neste contexto contemporâneo? Tornar a abraçar! O que? Dom Rodolfo Luís Weber, arcebispo metropolitano de Passo Fundo, em 2021, ao apresentar o livro “Escutar e Assessorar: Protagonismo na Pastoral da Juventude”, pondera: “nenhuma pessoa é coadjuvante ou simplesmente assistente no palco da vida. Todos são protagonistas e assim devem ser tratados. Escutar as juventudes é a atitude sábia de quem deseja vê-las crescer; assim como São João Batista desejava que “é necessário que Ele cresça” (João 3, 30). Na escuta cresce quem fala e quem escuta”. Tornar a abraçar a sinodalidade, a escuta, o sentar-se juntos(as), a memória histórica e sócio transformadora, a profecia, a opção fundamental pelos jovens e pelos pobres. Tornar a abraçar à digna vida!


 


Padre Leandro de Mello

Padre Leandro de Mello

Pároco na paróquia São Francisco de Assis e Assessor da Pastoral da Juventude

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