Carazinho celebra Nossa Senhora de Fátima

“Os pastorinhos viram a beleza de Nossa Senhora de Fátima e é essa a beleza que nós também devemos ver”, comentou o arcebispo de Passo Fundo, dom Rodolfo Luís Weber, durante a celebração dos 100 anos da primeira aparição de Fátima, no último sábado, 13, na paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Carazinho. “A aparição nos mostra que Maria sempre está cuidando de perto dos seus filhos”, complementou o arcebispo.

A celebração, presidida por dom Rodolfo, foi acompanhada pelos padres e diácono da cidade e envolveu os fiéis em momentos de fé, oração e espiritualidade em torno da figura de Nossa Senhora de Fátima. Antes dela, durante a semana, a comunidade se reuniu para vivenciar o tríduo preparatório que girou em torno dos temas da oração, conversão e paz. A programação para o sábado, que envolvia procissão motorizada e, também, com velas, foi modificada e aconteceu apenas na paróquia. Apesar disso, a comunidade participou com intensidade e devoção.  “A essência de Fátima apresenta uma mãe que convida seus filhos a se converterem e a mudar a cada dia o seu modo de pensar e viver. Hoje nos reunimos mais uma vez para celebrar Maria, que nos deu o Salvador. Nossa Senhora de Fátima é isso: um apelo à conversão”, acrescentou dom Rodolfo durante a sua fala.

Ainda, após a comunhão, o pároco padre Arnildo Fritzen convidou o padre João Gheno – que atua há quase 60 anos em Carazinho e é vigário paroquial na paróquia Nosso Senhor Bom Jesus, na cidade – e, o padre Mateus Danieli – que, quando criança, participou de celebração na paróquia Nossa Senhora de Fátima, interpretando o pastorinho Francisco e, hoje, é pároco em Carazinho – para fazerem a coroação da imagem de Nossa Senhora de Fátima. Para o arcebispo, os olhos da Igreja se voltam para Nossa Senhora e para sua mensagem e isso motiva o cristão a experimentar Maria e a sua inspiração à conversão. “Não podemos nos acomodar com o mundo que está aí. Não podemos dizer para cada um se virar e não aceitar a responsabilidade que temos pelo próximo. Sim, eu sou corresponsável pela vida do outro. Nós queremos mudar a vida das pessoas através da graça da fé. Já que somos filhos de Maria, até que ponto ela se orgulha de nossa vida e de nossa conversão?”, questiona e acrescenta. “Maria vai continuar falando conosco. Mais importante não é ter visto Maria, como os pastorinhos viram, mas viver a sua mensagem em nossa vida”, concluiu.

Sammara Garbelotto
Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Passo Fundo
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