“Tudo está consumado”: Igreja faz memória da Paixão de Cristo

Na Arquidiocese, a Catedral Metropolitana recebeu os fiéis para a celebração da Paixão e procissão do Senhor Morto

Centrada no mistério da Cruz, a celebração da tarde desta Sexta-feira Santa fez memória da Paixão e Morte de Jesus Cristo. Na Arquidiocese de Passo Fundo, além das celebrações paroquiais, a Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, recebeu a comunidade que, auxiliada por dom Rodolfo Luís Weber, arcebispo de Passo Fundo, refletiu sobre os acontecimentos que levaram à morte de Jesus. Os fiéis participaram, também, da tradicional procissão do Senhor Morto, ao redor da Praça Marechal Floriano.

“Na Paixão de Jesus, estava sendo morto um inocente que só fez o bem”, iniciou o arcebispo que refletiu, ainda, sobre a mudança apresentada por Jesus. “Aos poucos, a Igreja foi percebendo a beleza da cruz. Antes, esse instrumento de morte, era um símbolo de horror e escândalo. Logo, se transformou em um instrumento de amor e doação”, explicou. “Jesus tem o poder de transformar tudo nesse mundo, até mesmo a cruz. E nós, como cristãos, não podemos esquecer que a vida de Cristo é apelo de transformação”, continuou.

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O arcebispo falou, também, sobre a beleza do Cristo desfigurado. “Num mundo de aparências, o rosto do Cristo desfigurado traz, por trás de toda a dor e sofrimento, a sua doação de vida, a fidelidade a um projeto. Cristo traz nas mãos uma causa. Ali, na cruz, está o redentor. As suas dores são, na realidade, as nossas dores que Ele cura no alto da cruz”, concluiu.

Na Catedral Metropolitana, depois da celebração da Paixão, os fiéis se reúnem, agora, no sábado, às 20h, para a Vigília Pascal e, também, no domingo às 10h30.

Sammara Garbelotto
Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Passo Fundo
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