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10.Abr - Arquidiocese de Passo Fundo faz memória da Paixão e Morte de Cristo
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Arquidiocese de Passo Fundo faz memória da Paixão e Morte de Cristo

Centrada no mistério da Cruz, a celebração da tarde desta Sexta-feira Santa fez memória da Paixão e Morte de Jesus Cristo. Na Arquidiocese de Passo Fundo, além das celebrações paroquiais, na Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, o arcebispo Dom Rodolfo Luís Weber, o pároco Ari dos Reis, o ecônomo da Arquidiocese, padre Adelar Dalsoto, e, também, o Vigário Geral, padre Fábio de Morais, conduziram a liturgia fez memória dos acontecimentos que levaram à morte de Jesus. A celebração foi transmitida pelas redes sociais e acompanhada por centenas de fiéis.

 

Depois da leitura dos textos bíblicos do Evangelho de João, que recordam toda a Paixão e Morte de Jesus Cristo, Dom Rodolfo destacou, em sua homilia, que tais acontecimentos envolvem os cristãos. "Somos convidados a fazer esse caminho com Cristo e nos questionamos: quem é esse Cristo? Por que ele entregou a sua vida por nós?", inicia o arcebispo que continua refletindo sobre a narrativa. "A história nos conta que a humanidade preferiu trocar Jesus por Barrabás, um bandido. Preferiu se fundar sobre fundamentos falsos do que se fundar no caminho da verdade e da vida. O fato é que Jesus que morre não tem a postura de Barrabás e nem de César. Tem, sim, uma postura de servo. Ele veio para tomar sobre si os pecados humanos, para salvar. Jesus prefere morrer do que deixar que morram", completa.

 

Dom Rodolfo ressalta, ainda, que a Cruz não é um símbolo de morte, mas, sim, de vitória. "O Cristo que celebramos hoje, que morre na cruz, se oferece como vítima e, dessa forma, transforma a violência e a morte da cruz em vida. A morte de Cristo é, portanto, uma morte redentora. Hoje somos convidados a contemplar o crucificado em silêncio, em adoração - é a nossa vez de ficarmos de joelhos por aquele que veio a nós e morreu por nós. Porque com Ele, Cristo, passamos a admirar a cruz - esse instrumento de tortura e morte - como um sinal de vida e transformação", conclui.

 

Ao fim da celebração, a Catedral abriu as portas, por duas horas, para orações individuais. 

 

Programação
No sábado, dia 11, às 19h, será celebrada a Vigília Pascal com a bênção do fogo e da água. Ainda sem a presença do povo, a celebração, assim como as outras realizadas até então, será transmitida pela página da Arquidiocese no Facebook e, também, pela Rádio Planalto. 

 

Sammara Garbelotto
Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Passo Fundo
imprensa@arquidiocesedepassofundo.com.br

 


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